“CAP AND TRADE”

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CARBON DISCLOSURE PROJECT (CDP)

O Carbon Disclosure Project é uma organização sem fins lucrativos, criada em 2000 para mobilizar empresas e investidores a acelerarem as buscas de soluções nas questões climáticas.

O CDP tem como objetivo criar oportunidades decorrentes do aquecimento global, coletando e divulgando informações de alta qualidade, como avaliações de riscos, oportunidades e estratégias, sendo utilizado como instrumentos de decisão em investimentos.

O CPD busca estreitar as relações entre investidores, corporações e governos de modo a motivar a realização de ações preventivas com relação às ameaças das mudanças climáticas, melhorando a eficiência do negócio.

Fonte: https://www.cdproject.net/en-US/WhatWeDo/Pages/overview.aspx

 

CARBON TRUST

É uma companhia independente sem fins-lucrativos do Reino Unido, que tem como missão acelerar o movimento em direção a uma economia de baixo carbono. Ela fornece suporte especializado à empresa e ao setor público, auxiliando-os em diversos propósitos: na quantificação das emissões de GEE, redução das emissões de carbono, redução do consumo de energia e comercialização de tecnologias de baixo carbono.

Fonte: http://www.carbontrust.co.uk/Pages/Default.aspx

 

CONFERÊNCIAS DAS PARTES (COPs)

A Convenção-Quadro da ONU sobre mudanças climáticas resultou da ECO-92. Ano a ano o assunto é debatido pelos países signatários nas Conferências das Partes (COPs).


COP 16 (2010, Cancún)

Na COP 16 decidiu-se pela extensão do Protocolo de Quioto para além de 2012 e a criação do Fundo Verde Climático, que terá o objetivo de administrar ajuda financeira aos países em desenvolvimento. Além disso, cria um centro tecnológico para ajudar países em desenvolvimento a reduzir suas emissões. A COP-16 propôs também que os países industrializados reduzam suas emissões entre 25% e 40% em 2020.

Ficou estabelecido que Brasil, China e Índia reportem a cada 2 anos seus inventários de gases do efeito estufa, com devidas ações de redução.

 

COP 15 (2009, Copenhaguen)

Essa seria uma das mais importantes, pois a intenção era produzir um acordo que substituísse o Protocolo de Quioto, o que não aconteceu, devido à dificuldade dos países ricos em assumir compromissos de redução. Estabeleceu-se o Acordo de Copenhagen fechado entre Estados Unidos, Brasil, China, Índia e África do Sul. Os países signatários desse acordo se comprometeram a reduzir suas emissões de maneira voluntária

 

COP 14 (2008, Poznan)

Avanço em termos de compromisso partiu das nações em desenvolvimento como Brasil, China, Índia, México e África do Sul.

 

COP 13 (2007, Bali)

Criação do Bali Action Plan, no qual os países passam a ter prazo até dezembro de 2009 para elaborarem os passos posteriores à expiração do primeiro período do Protocolo de Quioto (2012).

Essa Conferência estabeleceu compromissos mensuráveis, verificáveis e reportáveis para a redução de emissões causadas por desmatamento das florestas tropicais.

Foi aprovado o Fundo de Adaptação, para que os países mais vulneráveis à mudança do clima possam enfrentar seus impactos.

 

COP 12 (2006, Nairóbi)

Financiamento de projetos de adaptação para países em desenvolvimento e a revisão do Protocolo de Quioto foram os principais fatos da COP 12. O Brasil propôs a criação de um mecanismo que promovesse efetivamente a redução de emissões de gases do efeito estufa oriundo do desmatamento em países em desenvolvimento, que mais tarde se tornaria a Proposta de Redução de Emissões para o desmatamento e degradação.

 

COP 11 (2005, Montreal)

Primeira conferência realizada após a entrada em vigor do Protocolo de Quioto.

 

COP 10 (2004, Buenos Aires)

Aprovação de regras para a implementação do Protocolo de Quioto e discussão sobre a regulamentação de projetos de MDL. Outro destaque foi a divulgação de inventários de gases do efeito estufa por alguns países em desenvolvimento, entre eles o Brasil.

COP 9 (2003, Milão)

Debateu-se a regulamentação dos sumidouros de carbono no âmbito do MDL, estabelecendo regras para projetos de reflorestamento.


COP 8 (2002, Nova Delhi)

A Cúpula Mundial sobre desenvolvimento sustentável realizada naquele ano influenciou a COP 8, estabelecendo metas para uso de fontes renováveis na matriz energética dos países.

 

COP 7 (2001, Bonn/Marrakech)

Uma segunda fase da COP 6 foi estabelecida em Bonn na Alemanha, após a saída dos EUA do Protocolo de Quioto. Os EUA questionavam também a inexistência de metas para países em desenvolvimento. Foi aprovado então o uso de sumidouros para o cumprimento de metas de emissão. O Acordo de Marrakech definiu os mecanismos de flexibilização.

 

COP 6 (2000, Haia)

Surgimento de impasses entre as partes. As negociações são suspensas pela falta de acordo entre EUA e União Européia.

 

COP 5 (1999, Bonn)

Implementação do Plano de Ação de Buenos Aires, além de debates sobre o uso da terra, mudança de uso da terra e florestas.

 

COP 4 (1998, Quioto)

Foi nesse momento que se iniciaram os esforços para a implementação do Protocolo de Quioto. Surgiu o Plano de Ação de Buenos Aires, que é um programa de metas.

 

COP 3 (1997, Quioto)

O ponto mais importante da COP 3 foi a adoção do Protocolo de Quioto.

 

COP 2 (1996, Genebra)

Foi na COP 2 que ocorreu a decisão pela obrigação legal de metas de redução (Declaração de Genebra) e que os países em desenvolvimento poderiam solicitar à Conferência das Partes apoio financeiro para programas de redução de emissões.

 

COP 1 (1995, Berlim)

A primeira Conferência ocorreu com a negociação de metas e prazos para a redução de gases do efeito estufa pelos países desenvolvidos. Foi na COP 1 que foi sugerida a elaboração de um protocolo, que viria a ser o Protocolo de Quioto. Foi debatida também a cooperação entre países desenvolvidos e países em desenvolvimento.

Fonte: Blog do Planalto. A história das conferências da ONU sobre as mudanças climáticas. Disponível em:
http://blog.planalto.gov.br/a-historia-das-conferencias-da-onu-sobre-mudancas-climaticas/



CONVENÇÂO-QUADRO DA ONU SOBRE MUDANÇAS CLIMÁTICAS

É debatida anualmente pelos países signatários nas Conferências das Partes (COPs). Foi criada na Conferência da ONU para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, também conhecida como ECO-92.

Fonte: Blog do Planalto. A história das conferências da ONU sobre as mudanças climáticas. Disponível em:
http://blog.planalto.gov.br/a-historia-das-conferencias-da-onu-sobre-mudancas-climaticas/



CRÉDITOS DE CARBONO

Um agente que reduziu sua emissão de GEE recebe um certificado denominado Créditos de Carbono. Um crédito de carbono equivale a não emissão de uma tonelada de dióxido de carbono (CO2) ou uma tonelada de carbono equivalente (CO2e), unidade que representa todos os gases do efeito estufa. Esses créditos são negociados no mercado de carbono regulatório ou voluntário.

Adaptado de: http://www.biodieselbr.com/credito-de-carbono/mdl/index.htm
http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/fundamentos/como-funcionam-creditos-carbono-471948.shtml